quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Estamos chegando

“Vamos embora gente, olha o apito do trem.
Vamos seguir a historia com a canção brasileira.
Para que nossa memória não se acabe em poeira”
(Rubinho Do Vale - Trem Da Historia)

É galera, acabou-se o que era doce. Vamos voltar pra esse Brasil de meu Deus. Já estava na hora mesmo. Estamos com saudades de tudo e de todos. Temos uma vida inteira juntos agora e precisamos começar com o pé direito, aí perto das pessoas que amamos.

Quero agradecer, a todos que nos acompanharam nessa viagem dos nossos sonhos. Agradecer a todos que nos desejaram coisas boas e nos passaram tanta energia boa. É muito bom saber que somos queridos.

Em especial, quero mandar um enorme beijo para “minha mãezinha”, que estou morrendo de saudades dela, e que sempre esteve do nosso lado nos acompanhando e dando força desde o início da nossa caminhada. Mainha, você é simplesmente nota 1.000. Obrigada.

Postado por Lívia Alves Pereira Chagas

Cidade do Panamá

Conhecemos o Panamá, país de trânsito caótico, propagandas na cidade inteira. Aqui é permitido até propaganda de advogado, pode? Andamos de táxi, todo o tempo, é meio assustador andar de ônibus por aqui. Inclusive um taxista, que nos trouxe ao hotel, ficou muito feliz com a presença de brasileiros e até ligou para rádio local, onde nós falamos ao vivo com o locutor. Falamos coisas do tipo que os gringos sempre nos falam quando nos vêem: futebol. Foi muito bacana, falamos ao vivo para toda cidade do Panamá, muito bacana mesmo.

Este país também é bastante quente, mas graças a Deus, ar condicionado é obrigatório.

A comida é bem diferente do Brasil. Aqui eles não conhecem o nosso bom arroz e feijão. Não é ruim não, mas é bem estranha e diferente.

Aqui nem moeda própria eles tem. Usam o dólar americano para tudo. E os centavos são ou moedinhas americanas ou umas moedinhas daqui mesmo, que não tem identificação nenhuma, é até difícil “cambiar” com elas.

Almoçamos fora do hotel, comemos um bom Mc Donalds, que por sinal, é bem mais barato que no Brasil. Comer aqui é realmente muito barato. Uma promoção do Big Mac, custa menos de 4 dólares.

Fomos ao Shopping Albrook Mall e compramos algumas coisinhas para nós. Pena estarmos com pouco dinheiro e pouco tempo, assim não deu para levar quase nada. Apesar dos preços serem bem atraentes.

Não conhecemos tudo, mas deu para sentir a receptividade dos panamenhos.

Postado por Lívia Alves Pereira Chagas






terça-feira, 1 de setembro de 2009

Adiós Punta Cana

Hora de partir. Foram 8 dias maravilhosos. Não temos o que nos queixar de absolutamente nada. Esperamos poder retornar algum dia.

Há uns dias atrás recebemos um comunicado da Copa Airlines, dizendo que nosso vôo de volta, Panamá-BH, havia sido cancelado. Obrigatoriamente, teríamos que ficar hospedado no Panamá, esperando o próximo vôo. Imprevisto que acabamos recebendo com bons olhos. Estadia e alimentação completa custeada pela compania aérea, e a oportunidade de conhecer um pouco (bem rápido mesmo) outro país.

Postado por Guilherme Chagas Prates




Punta Cana de dia, Cancún de noite

Último dia em Punta Cana. Vai ser duro voltar à rotina. Já estamos sentindo falta de toda essa mordomia que encontramos por aqui. Para quem procura uma boa opção de passeio, ratifico mais uma vez nossas recomendações a esse paraíso.

Tiramos o dia para aproveitar cada segundo entre praia, piscina e até um desafio no muro de escalada. Coisinha difícil essa viu. Já, a noite, estava reservada para um belo jantar de despedida no restaurante Mexicano.






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domingo, 30 de agosto de 2009

Lagoa azul. Azul de doer os olhos.

Ilha do amor, onde entram dois e saem três. É como os dominicanos se referem a Ilha Saona. Onde foi filmado o mítico filme Lagoa Azul. Sem dúvida, uma das praias mais bonitas do mundo. Acho até muita humildade da parte dos diretores do filme se referir a um marzão azul desses como apenas uma “LAGOA”.

O passeio começa com uma encheção de lingüiça básica num lugar chamado Alto de Chavón. Lugarzinho bacaninha, uma vista legal, mas é o tipo de turismo que não me atrai nem um pouco. Ouro Preto é muito mais bonito. rs

A gente perde umas 2 preciosas horas visitando esse “Xavantes”, como diz a Livinha. Mas, o que está por vir, vale cada centavo, desse passeio caríssimo, como todos os outros. Aliás é um detalhe que merece uma atenção especial. O quanto caro são os passeios. Te oferecem milhares de possibilidades. Uma mais cara que a outra. A moeda local é o Peso Dominicano, que não vale nada. Então o povo daqui que não é nenhum pouco besta, enfia a faca nas verdinhas. Pra se ter uma idéia, tinha 2 dólares pra receber de troco, e como a mulher não tinha dólar na hora, me pagou em peso. Sabe quanto? 74 pesos. Ou seja, cada dólar, vale aproximadamente 37 pesos. E agente reclama do nosso real. rs

Mas voltando ao passeio... o que posso dizer sobre a Ilha Saona é que um lugar tão maravilhoso como esse não há como ser descrito em palavras. Fotos e vídeos fazem bem melhor. Então enjoy.

Postado por Guilherme Chagas Prates

Alto de Chavón:



Ilha Saona:










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Feliz cumpleaños

Entoces (como dizem os dominicanos), hoje me deu saudades do Brasil. Não que eu não esteja gostando daqui, longe disso, mas deu vontade de falar com meus conterrâneos, famílias, amigos e etc.. Lu não sei como você consegue ficar tanto tempo longe daquele país viu. Sem contar que hoje é aniversário da minha irmãzinha Estelinha, e eu não pude ligar para ela. Tela, parabéns viu. Que Deus te proteja sempre, amamos você!

Jantamos no restaurante Dominicano. A comida é um pouco parecida com a nossa, apenas o tempero é um pouco diferente. Meio doce. Conclui-se que eu não gostei muito. Mas valeu. Foi divertido. Agora só falta o italiano e o mexicano. Está ficando complicado reservar horário, o hotel começou a encher. Talvez seja por causa do fim-de-semana.

Postado por Lívia Alves Pereira Chagas








sábado, 29 de agosto de 2009

360° Barceló Punta Cana

Punta Cana tem um resort a cada esquina. Um mais cinematográfico que o outro. Fizemos alguns cliques da área externa do Barceló, hotel que estamos hospedados. Serve de suporte para quem um dia tiver a intenção de vir para cá e se encontrar na dúvida por qual hotel optar.











Bonito por fora, mais ainda por dentro

O dia começou cedo para mim. Antes das 6 da manha já havia acordado. Tudo por conta da minha ansiedade. As 9:15 faria meu batismo em mergulho.

No dia anterior, já havia visto um vídeo de introdução ao mergulho. Todo em inglês. Então, digamos que entendi 70% do que havia nele. Tomara que nos 30% restantes não estejam detalhes de sobrevivência importantes. rs 

Voltando ao dia de hoje, meu instrutor já estava à espera. James. Um americano, cujo espanhol era pior que o meu. Resultado: Aulas na piscina, também em inglês. (Eu cheguei aqui achando que usaria mais o inglês que o espanhol, mas não posso ser hipócrita de dizer que em inglês as coisas são mais fáceis, o portunhol aqui é muito bem aceito. Mas de todo jeito, valeu, e muito, para treinar meu inglês autodidata) O outro rapaz que faria o mergulho comigo era um Russo, mais branco que o Michael Jackson. Aqui as saídas de mergulho são com no mínimo 2 pessoas.

Na piscina, confesso, tive MUITA dificuldade. Acho que pelo preparo físico que não anda muito bom. Apanhei um pouco nos exercícios. Todo tempo estava tendo dificuldade em controlar a respiração. Estava indo rápido demais. Cheguei a dizer a Lívia que não daria conta de ir ao mar. Mas estava determinado a fazer essa "parada" de todo jeito. Devo essa força de vontade também ao meu chefe e amigo Tiago. O cara é tão apaixonado pela atividade e conta maravilhas que eu não poderia deixar essa oportunidade passar.

Terminado o treinamento na piscina, simbora para o mar. Cara, estava MUITO nervoso. Um pouco preocupado também. Íamos descer, eu, o instrutor americano, o russo e o cinegrafista, um dominicano. O trajeto de barco até o ponto de mergulho, foi maravilhoso. Deu pra sentir um pouco o que é o mar do caribe, sem ser da praia.

Checamos mais uma vez o equipamento e pulamos na água. A primeira etapa era seguir uma corda até o fundo. 35 pés, foi o que me disseram sobre a profundidade que mergulharíamos. Eu fui na frente e quando estava na metade, olhei para cima e não vi nem o russo e muito menos o instrutor. Como o cinegrafista já estava no fundo. (Acreditem... eu vi ele perfeitamente. Não sei o que o Tiago diz de boa visibilidade, mas essa me parecia fantástica.) eu continuei até tocar o fundo. Isso não é como uma montanha russa, ou uma castelo do terror, que você tem medo, mas tem certeza que vai sair ileso. No mergulho, pânico pode causar sérios problemas. Então tentei me tranqüilizar e respirar... apenas respirar. O instrutor, enfim apareceu. Sem o russo que refugou. rs Engraçado que ele havia se saído muito melhor que eu no treinamento e na hora H ele tremeu. 

Nadamos por aproximadamente 30 minutos. Pouco? Pra mim pareceu uma eternidade. Estava muito inseguro. Marinheiro de primeira viagem. Sabe como é? É difícil explicar o quanto bonito é lá embaixo. Gostaria de ter curtido um pouco mais, mas quando não se sabe muita coisa, um tanto de água que entra dentro de sua boca, parece a pior coisa do mundo. E eu sabia que qualquer problema que eu tivesse, eu não poderia subir pra superfície rapidamente. Isso me deixava mais inquieto. rs 

Então um passeio que duraria em torno de 45 minutos, durou menos, porque eu pedi pra subir. Não que não tenha gostado. Já expliquei os motivos. Aliás, não vejo a hora de fazer novamente. Mas dessa vez um pouco mais preparado. 

Tiago, que dia começo na Maramar? rs 

Postado por Guilherme Chagas Prates