domingo, 30 de agosto de 2009

Lagoa azul. Azul de doer os olhos.

Ilha do amor, onde entram dois e saem três. É como os dominicanos se referem a Ilha Saona. Onde foi filmado o mítico filme Lagoa Azul. Sem dúvida, uma das praias mais bonitas do mundo. Acho até muita humildade da parte dos diretores do filme se referir a um marzão azul desses como apenas uma “LAGOA”.

O passeio começa com uma encheção de lingüiça básica num lugar chamado Alto de Chavón. Lugarzinho bacaninha, uma vista legal, mas é o tipo de turismo que não me atrai nem um pouco. Ouro Preto é muito mais bonito. rs

A gente perde umas 2 preciosas horas visitando esse “Xavantes”, como diz a Livinha. Mas, o que está por vir, vale cada centavo, desse passeio caríssimo, como todos os outros. Aliás é um detalhe que merece uma atenção especial. O quanto caro são os passeios. Te oferecem milhares de possibilidades. Uma mais cara que a outra. A moeda local é o Peso Dominicano, que não vale nada. Então o povo daqui que não é nenhum pouco besta, enfia a faca nas verdinhas. Pra se ter uma idéia, tinha 2 dólares pra receber de troco, e como a mulher não tinha dólar na hora, me pagou em peso. Sabe quanto? 74 pesos. Ou seja, cada dólar, vale aproximadamente 37 pesos. E agente reclama do nosso real. rs

Mas voltando ao passeio... o que posso dizer sobre a Ilha Saona é que um lugar tão maravilhoso como esse não há como ser descrito em palavras. Fotos e vídeos fazem bem melhor. Então enjoy.

Postado por Guilherme Chagas Prates

Alto de Chavón:



Ilha Saona:










video

Feliz cumpleaños

Entoces (como dizem os dominicanos), hoje me deu saudades do Brasil. Não que eu não esteja gostando daqui, longe disso, mas deu vontade de falar com meus conterrâneos, famílias, amigos e etc.. Lu não sei como você consegue ficar tanto tempo longe daquele país viu. Sem contar que hoje é aniversário da minha irmãzinha Estelinha, e eu não pude ligar para ela. Tela, parabéns viu. Que Deus te proteja sempre, amamos você!

Jantamos no restaurante Dominicano. A comida é um pouco parecida com a nossa, apenas o tempero é um pouco diferente. Meio doce. Conclui-se que eu não gostei muito. Mas valeu. Foi divertido. Agora só falta o italiano e o mexicano. Está ficando complicado reservar horário, o hotel começou a encher. Talvez seja por causa do fim-de-semana.

Postado por Lívia Alves Pereira Chagas








sábado, 29 de agosto de 2009

360° Barceló Punta Cana

Punta Cana tem um resort a cada esquina. Um mais cinematográfico que o outro. Fizemos alguns cliques da área externa do Barceló, hotel que estamos hospedados. Serve de suporte para quem um dia tiver a intenção de vir para cá e se encontrar na dúvida por qual hotel optar.











Bonito por fora, mais ainda por dentro

O dia começou cedo para mim. Antes das 6 da manha já havia acordado. Tudo por conta da minha ansiedade. As 9:15 faria meu batismo em mergulho.

No dia anterior, já havia visto um vídeo de introdução ao mergulho. Todo em inglês. Então, digamos que entendi 70% do que havia nele. Tomara que nos 30% restantes não estejam detalhes de sobrevivência importantes. rs 

Voltando ao dia de hoje, meu instrutor já estava à espera. James. Um americano, cujo espanhol era pior que o meu. Resultado: Aulas na piscina, também em inglês. (Eu cheguei aqui achando que usaria mais o inglês que o espanhol, mas não posso ser hipócrita de dizer que em inglês as coisas são mais fáceis, o portunhol aqui é muito bem aceito. Mas de todo jeito, valeu, e muito, para treinar meu inglês autodidata) O outro rapaz que faria o mergulho comigo era um Russo, mais branco que o Michael Jackson. Aqui as saídas de mergulho são com no mínimo 2 pessoas.

Na piscina, confesso, tive MUITA dificuldade. Acho que pelo preparo físico que não anda muito bom. Apanhei um pouco nos exercícios. Todo tempo estava tendo dificuldade em controlar a respiração. Estava indo rápido demais. Cheguei a dizer a Lívia que não daria conta de ir ao mar. Mas estava determinado a fazer essa "parada" de todo jeito. Devo essa força de vontade também ao meu chefe e amigo Tiago. O cara é tão apaixonado pela atividade e conta maravilhas que eu não poderia deixar essa oportunidade passar.

Terminado o treinamento na piscina, simbora para o mar. Cara, estava MUITO nervoso. Um pouco preocupado também. Íamos descer, eu, o instrutor americano, o russo e o cinegrafista, um dominicano. O trajeto de barco até o ponto de mergulho, foi maravilhoso. Deu pra sentir um pouco o que é o mar do caribe, sem ser da praia.

Checamos mais uma vez o equipamento e pulamos na água. A primeira etapa era seguir uma corda até o fundo. 35 pés, foi o que me disseram sobre a profundidade que mergulharíamos. Eu fui na frente e quando estava na metade, olhei para cima e não vi nem o russo e muito menos o instrutor. Como o cinegrafista já estava no fundo. (Acreditem... eu vi ele perfeitamente. Não sei o que o Tiago diz de boa visibilidade, mas essa me parecia fantástica.) eu continuei até tocar o fundo. Isso não é como uma montanha russa, ou uma castelo do terror, que você tem medo, mas tem certeza que vai sair ileso. No mergulho, pânico pode causar sérios problemas. Então tentei me tranqüilizar e respirar... apenas respirar. O instrutor, enfim apareceu. Sem o russo que refugou. rs Engraçado que ele havia se saído muito melhor que eu no treinamento e na hora H ele tremeu. 

Nadamos por aproximadamente 30 minutos. Pouco? Pra mim pareceu uma eternidade. Estava muito inseguro. Marinheiro de primeira viagem. Sabe como é? É difícil explicar o quanto bonito é lá embaixo. Gostaria de ter curtido um pouco mais, mas quando não se sabe muita coisa, um tanto de água que entra dentro de sua boca, parece a pior coisa do mundo. E eu sabia que qualquer problema que eu tivesse, eu não poderia subir pra superfície rapidamente. Isso me deixava mais inquieto. rs 

Então um passeio que duraria em torno de 45 minutos, durou menos, porque eu pedi pra subir. Não que não tenha gostado. Já expliquei os motivos. Aliás, não vejo a hora de fazer novamente. Mas dessa vez um pouco mais preparado. 

Tiago, que dia começo na Maramar? rs 

Postado por Guilherme Chagas Prates




Rabbit pra mim, Duck para meu marido

Acordamos logo cedo e fomos para recepção fazer a reserva do restaurante. Ficamos o dia todo no Bar Molhado. Encontramos novamente com o casal de amigos, a brasileira, Mel e o dominicano, Jersen. Muitas “papas”, cerveza e pina colada o dia todo. Vida boa heim!


Às 6 da tarde, ainda com sol quente, nos despedimos e fomos nos preparar para um belo jantar no restaurante Paris. Mais uma vez nos perdemos no hotel. Aqui é tudo muito grande, sem falar no mapa que é um pouco confuso.

Chegamos ao recinto. Que lugar agradável. Muito bem decorado, romântico, luz de velas, pouca iluminação. Um bom vinho para o marido e um champanhe para mim. O garçom nos entregou o cardápio. Foi aí que começou a comédia. O Gui tentando me explicar o que dizia todas aquelas palavras estranhas, em inglês e espanhol. Os restaurantes funcionam em um sistema novo para mim: Prato de entrada, um segundo prato e em seguida o prato principal, e por fim, a sobremesa. Os pedidos têm de ser feitos todos de uma só vez. Logo vieram as primeiras surpresinhas, salada de salmon para mim e espécie de maionese com frutos do mar para o Gui. Uma observação, as comidas francesas são chiques, então o prato vem praticamente vazio, parece que é só degustação. Graças a Deus. rsrs 

Em seguida o garçom me traz uma sopa de frutos do mar. Putz! Estava até gostoso, mas ninguém merece sopa nesse calor. Lembrei de Painho, que adora fazer sopa no verão. Foi questão de segundos, logo começou a suadeira. rsrs. 

Logo que acabamos a sopa, veio o prato principal. Outras surpresinhas. Eu pedi um prato com carne de coelho (Rabbit), o Gui pediu pato (Duck). Tudo muito bom, esquisito, mas muito bom. Sem falar que estava numa quentura só. Temos que assumir, não somos chiques o suficiente para comer essas comidas esquisitas. Senti falta do meu bom e velho arroz com feijão, mas valeu pela experiência.







Postado por Lívia Alves Pereira Chagas

Programação do dia: Dormir

Acordamos. Quer dizer, não acordamos. Ficamos dormindo até 13:30 da tarde. Estávamos precisando de um descanso, após tanta correria pré-casamento, viagem de horas, mar e piscina o dia todo, merecíamos umas horas a mais de cama....rsrs 

Até perdemos a reserva do restaurante para jantar. Aqui existe um Buffet que tem jantar todos os dias, mas os restaurantes, os temáticos, só com horário marcado e tem que ser cedo.

Após horas de descanso, fomos para a piscina do hotel, aproveitamos o sol do resto do dia. Logo viemos para o quarto, tomar um banho e descer para jantar.

Postado por Lívia Alves Pereira Chagas




quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Vamos jantar em Roma, Paris ou Tokio?

O hotel tem diversos restaurantes. Muitos deles são temáticos. Italiano, Francês, Japonês, Dominicano, Mexicanos, etc... Basta fazermos uma reserva com horário marcado e pronto. 

Nosso primeiro escolhido foi o japonês. Fiquei impressionado. Foi um show a parte. Nos colocam em uma grande mesa, e o chef fica no centro preparando o rango, ao vivo e a cores. Palmas a cada prato pronto e mandamos ver no garfo, ou melhor, hashi. Sushis, tempura de camarão e o prato principal, uma espécie de Yakisoba. Pra fechar um sushi de sorvete, de sobremesa. 

A Lívia disse uma coisa muito sábia: Aqui não nos dão tempo de ficar com fome.

Postado por Guilherme Chagas Prates






Apartamento invadido na calada do dia

De volta da praia, olha a surpresa que encontramos na porta e dentro do nosso apartamento. Não foi nenhum voucher de mais 5 dias grátis, ou um passeio também grátis, mas até que foi bacana.

Primeiro dia de praia em Punta Cana

Estávamos muito cansados. Últimos dias antes do casamento, viagem longa até Punta Cana. Mas, ao mesmo tempo estávamos tão ansiosos que acordamos logo cedo. A vista aqui do nosso quarto é incrível. Indescritível. 

Tanto eu quanto a Lívia, não somos dos mais apaixonados com areia e água salgada, por isso essa piscina maravilhosa do hotel é uma bela tentação. Aliás, 2 grandes e maravilhosas piscinas. Mas, obrigatoriamente o primeiro “tibum” deveria ser no mar. Afinal, esse é o mar do Caribe. Pode acreditar a água não é quente, muito menos fria. Diria que é “no ponto”. Deu até para pegar um “jacarezinho”. rs

Já na piscina, eu e a Lívia participamos de uma competição organizada pela turma de animadores do hotel. Iron Man e Iron Woman. Na disputa pelo troféu HOMEM DE FERRO só perdi para um Canadense e um Americano. Claro, o esporte nesses dois países tem muito mais incentivo que no Brasil. rs 

No fim da tarde, ainda bati uma bola com outros hóspedes. Dentre eles, italianos, noruegueses, alemães, e eu. O único brasileiro. Quando me perguntaram uma coisa que eu não entendi muito bem, eu disse: _RONALDO! Resultado: Disputaram-me no tapa. Todos queriam o brasileiro jogando a favor. rs 

Por falar em brasileiros, conhecemos o primeiro. Uma mulher brasileira, do Acre, casada com um dominicano, e que moram na Holanda. Dizem que brasileiro é igual praga, então, claro que havíamos de encontrar pelo menos um aqui. Mas foi a única até agora.

Postado por Guilherme Chagas Prates